“No verão do ano 480 a.C. o poderoso exército persa, sob o comando do rei Xerxes, avança pelo Mediterrâneo com um objectivo claro: a conquista da Grécia. Atenas e Esparta decidem defender-se, mas, frente à superioridade numérica dos persas, vêem-se forçadas a usar todo o seu engenho.
Leónidas, rei de Esparta, e os seus guerreiros hoplitas aguardam o exército persa no desfiladeiro das Termópilas. Num acto de heroísmo que lhes custou a vida, os trezentos espartanos retêm o inimigo tempo suficiente para que a Grécia se prepare para o verdadeiro combate.
Nestas páginas, o leitor poderá seguir o desenrolar deste episódio, através das crónicas de Heródoto. Ao longo dos séculos, muitos têm sido os autores a basear-se no seu testemunho para recriar de mil maneiras – em forma de poema, novela, película e comédia – esta gloriosa epopeia.” (Contracapa)
Este facto histórico revestido de grande heroísmo, apanágio do mundo antigo, mostra-nos a grande diferença de homens e de valores entre aqueles que com o sacrifício da própria vida defendiam as suas nações, os seus deuses e as suas famílias, e aqueles, que hoje, aburguesados e agarrados a todo o tipo de direitos mas que escorraçam os seus deveres entregam sem pestanejar as suas pátrias, negam o Deus que lhes facultou a existência, desprezam as famílias, e enfim vendem a alma ao diabo por um prato de lentilhas.
A honra expressa pela proeza levada a cabo por estes nobres europeus é testemunho da grandeza legada pelos nossos antepassados e deve ser uma orientação segura para enfrentarmos o tenebroso futuro que se aproxima.

2 comentários:
Livros como, por exemplo, "A Rebelião das Massas", de Ortega e Gasset deve ser lido e relido para podermos entender um pouco do que hoje ocorre no mundo. A massa nutre os donos do mundo. Estes, dela extraem o poder que lhes impulsiona à destruição de todos.
Grande abraço. Raramente encontro pessoas na Internet que pensam tanta coisa em comum. Frequentarei sempre este Blog, podendo assim complementar meus conhecimentos.
Caro Mescar,
Faz muito bem em referir esse filósofo espanhol patriota. Os livros bons, que cada vez escasseiam mais, devemos lê-los e recomendá-los. A nossa única arma é a cultura da verdade e é por aí que temos que avançar. As massas têm andado alheadas da verdade porque a trocaram pelo conforto dos vícios modernos, no entanto a crise poderá fazer milagres. Vamos aguardar para ver qual será a evolução de todo este caos moral onde os pretensiosos donos do mundo nos enfiaram.
Cumprimentos,
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