A transformação da Europa das Nações num novo modelo de unidade política não pára de avançar, os eurofederalistas, que nasceram com a Revolução Francesa, sonham ver o Mundo inteiro dominado por um único poder totalitário central, infortunadamente, para os povos europeus, esse pesadelo está mais perto do que nunca. O projecto da Europa unida em torno dos ideais revolucionários sempre foi advogado pela ala esquerda do espectro político demoliberal vigente. Os socialistas continuamente encabeçaram o movimento dos federalistas desde o inicio de tal saga imperial, o precursor do socialismo utópico Saint-Simon disso é exemplo sendo o primeiro a falar em parlamento europeu. Após a Segunda Guerra Mundial os eurofederastas triunfantes trataram imediatamente de materializar os seus intentos forjando a CEE, cujos principais patronos foram Winston Churchill e George Marshall.
O socialismo é pela sua natureza subversiva completamente anticlerical e sempre visou uma descristianização a nível mundial, Jesus Cristo é incompatível com os “vendilhões do templo” e com os idólatras dos “bezerros de ouro”, todavia, neste tempo de verdades incertas e de mentiras certas, eis que os novos cristãos se lançam na defesa das ideias mais desconstrutoras propagadas pelos seus opositores. Nisto, «A ministra do Trabalho alemã, a cristã-democrata Ursula von der Leyen, considera que a crise da zona euro só pode ser superada fortalecendo a união política do continente com a criação dos "Estados Unidos da Europa".»
Todo o mal espiritual e político de que padecemos hoje, com a sociedade visceralmente decadente, resultou da prática socialista desagregadora, individualista, igualitária e imoralista. Para nós não há maior inimigo da liberdade do que a igualdade tão fomentada pelas elites intelectuais ao serviço do complô dos plutocratas internacionais. Neste lodo infernal a morte do superior espírito europeu é uma triste realidade, e a perda de identidade, o desenraizamento, a dispersão e a escravidão acompanham todo o processo de transformação social que normalmente se dá pelo nome de progresso.
Portanto, a resposta que os criadores da crise dão para a solucionar a crise é paradoxal na medida em que apoiam exacerbadamente tudo aquilo que está na origem da crise. A resposta nacionalista para a crise é outra e diametralmente oposta às intenções apátridas, esta passa pela recuperação da soberania nacional e pela defesa da identidade intrínseca a cada povo europeu, juntos somos mais fortes, mas juntos sem perder as características ímpares tão ricas que só os europeus possuem. Há que recuperar o orgulho de ser europeu, há que ter coragem de nos afirmarmos sem complexos de sermos aquilo que Deus quis e negarmos veementemente o nefasto multiculturalismo destabilizador que nada tem de europeu. Lutando pela Verdade e pela Vida não envergonharemos os nossos gloriosos antepassados. Europa das Nações sim, Europa unitária maçónica não!
Ler também: Que União Europeia?
1 comentários:
-> Estados Unidos (ver USA)... significa VALE TUDO para rentabilizar os investimentos... inclusive substituição populacional dos autóctones por povos economicamente mais rentáveis.
-> Não podemos pactuar com os 'Democratas Holocáusticos' - são aqueles que pretendem democraticamente determinar a eliminação de Povos/Identidades -,... visto que o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA é um Direito Universal!!!
-> Pessoal Anti-Separatismo-50-50... anda agora por aí a lamentar-se: 'Portugal restante: a Língua Portuguesa'.
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