
De capital importância para a coesão popular e para a elaboração de um desígnio nacional, que nos possa retirar do fosso decadente onde as diversas ideologias perversas em confronto nos enfiaram, eis que surge na nossa Pátria o elmo de combate de El Rei de Portugal D. Sebastião I (1554-1578), o Desejado. Tombado na batalha de Alcácer-Quibir, em terras africanas, e perdido durante séculos,
a importância do reaparecimento do elmo de D. Sebastião na nossa geração, é muito grande, pode mudar os ventos da História, pode significar que nem tudo está perdido, há agora uma esperança para a portugalidade, há uma esperança para a salvação do nosso povo. Haja vontade, haja determinação e haja uma elite, orientada por propósitos divinos, capaz de conduzir o que resta do Povo Luso a bom porto.
Contra a vergonha do presente, fazemos votos para que o povo unido, à semelhança dos gloriosos tempos em que o orgulho de ser português era uma constante, defenda Portugal e repudie o individualismo reinante porque é impossível as partes sobreviverem à margem do todo.
1 comentários:
Caro Nacional-Cristão,
Essa notícia me alegrou muito, especialmente porque acredito, como qualquer pessoa que estude a História com empenho, nos sinais.
A coincidência do retorno dessa relíquia num ano de ataque total à soberania não deixa qualquer dúvida, ainda mais quando consideramos os séculos em que ela andou perdida e a probabilidade de ter retornado justo nesse ano tão negro, que se seguiu à vergonhosa cerimónia do Tratado de Lisboa, celebrado no dia em que nossos antepassados deitaram abaixo o projecto de unificação continental dos Habsburgo.
Um grande abraço.
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