“Amo a vida mas não gosto deste mundo”, são os desabafos de alguém que ainda teve com quem partilhar as suas angústias. Quanto mais nos enterramos no modernismo mais nos distanciamos da verdade da vida, mais ilusões e mais desilusões nos fustigam, mais a imaginação e menos a razão determina o nosso destino. Cada vez mais a depressão alastra e bate à porta de mais portugueses, o desânimo, a tristeza profunda, a falta de força para viver acompanham quase 20% do nosso povo. Ao contrário do que os materialistas no poder dizem, não é a falta de dinheiro o problema maior, o problema maior é a falta de valores que por sua vez, dada a corrupção instituída, nos arrasta para a falta de dinheiro.O que leva as pessoas a não gostarem deste mundo, o mundo aqui significa a sociedade de cariz socialista desenhada pelos filósofos iluministas do séc. XVIII, é a não identificação com o conjunto de preceitos em vigência e que já causam estragos há sensivelmente 200 anos, mas quanto mais nos enterramos no lodaçal liberal pior obviamente.
O mal que grassa e desgraça não tem opositores de relevo, falta uma espada de São Jorge, falta a acção celestial de São Miguel arcanjo, falta a mão de Deus que pune os pecadores. A única instituição capaz de combater as trevas que já dominam, a Igreja Católica, encontra-se neutralizada e reduzida à nulidade desde o século passado. À semelhança dos preceitos revolucionários que só falam em direitos esquecendo os deveres a Igreja Católica só fala em tolerância esquecendo a virtude da autoridade. Talvez a intenção dos sacerdotes ao apregoarem uma tolerância sem limites seja boa, mas boas já não são as consequências de uma tal negligência em relação ao dever de cultivar a excelência.
Uma vez estando o caminho livre, a desconstrução avança em toda a Europa. A Europa que cresceu com o cristianismo perecerá em breve dado o enorme peso da descristianização em marcha e do triunfo da religião maçónica. A população europeia decresce demograficamente e economicamente em contraciclo com o resto do mundo.
Existe uma terrível sensação de que está tudo perdido, uma impotência clara para solucionar os graves problemas que nos massacram, os nossos filhos não têm oportunidades de emprego, não ganhamos para pagar as creches nem para pagar o ensino superior e os nossos subsídios alimentam uma rede estranha de estrangeiros que nos ajudam a empobrecer, claro que a comunicação social diz que os imigrantes ajudam a encher os cofres do Estado, mas já lá vão 37 anos de forte invasão imigrante juntamente com uma lastimável substituição da população e as nossas dívidas são cada vez maiores. Ora onde há dívidas há prejuízos, a vida tranquila preconizada pela visão sábia de Salazar tornou-se impossível no Portugal actual, só nos resta fugir, não sabemos para onde, ou ficar e lutar contra a escravidão e a extinção que nos flagelam, mas até que o inimigo se revele às massas a nossa luta será em vão.
Que Deus nos ajude!
2 comentários:
NC, qual sua opinião sobre o atentado na Noruega?
As pessoas têm que se habituar a filtrar tudo o que vem da comunicação social, sobre esse caso, como sobre muitos outros casos, a informação divulgada é contraditória. Sabemos que houve um facto, o facto dos crimes, mas as intenções só o seu autor as poderá esclarecer. Quando tivermos acesso a textos autênticos escritos pelo Rambo da Noruega a explicar a razão da carnificina então poderemos opinar. Até lá mantemos as nossas reservas.
Cumprimentos,
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