
Os novos valores, o mesmo é dizer, os contravalores, trazidos ao colo pela última revolução em Portugal, a saber, a igualdade para o desigual, a liberdade para o mal, a tolerância ao erro, o relativismo moral e cultural, o consumismo, a apologia do feminismo, etc. têm pelo menos 200 anos de existência. Esta cilada do liberalismo, fabricada pelos mentores do Iluminismo, finalmente mostra o seu lado tenebrosamente sombrio. Pode-se ver agora cristalinamente, para os incrédulos e para os que se divertem com as teorias da conspiração, em que concretamente se traduzem tais ideias revolucionárias.
A taxa de natalidade dos portugueses, assim como dos nossos irmãos europeus, tem vindo a decrescer em flecha, o desemprego, em contraciclo, a aumentar, as exportações a diminuir e as importações a aumentar, o número de portugueses a diminuir e o número de estrangeiros a aumentar na nossa própria terra. As nossas dívidas são cada vez maiores e assemelham-se a uma bola de neve que não pára de crescer. A vida moderna traduz-se num vazio aterrador, não há desígnios nacionais, não há projectos para o futuro, e para agravar a nossa desgraça, os nossos filhos é que pagarão a maior fatia do desgoverno de que a mentalidade subversiva a que a maioria dos portugueses aderiu é responsável.
Não há desculpa para a insensatez reinante, não há inocentes, a ignorância e a negligência têm um preço. Os portugueses têm vivido muito acima daquilo a que a realidade do Portugal amputado permite, não é um problema de ricos e de pobres mas sim um problema moral. Poucos têm vontade de mudar de rumo, poucos querem sacrifícios, mesmo que menores, para evitar males maiores. Os novos ricos parecem pavões esfarrapados. Esta classe nojenta de bandalhos burgueses, ostenta orgulhosa os seus BMWs, os seus telemóveis de última geração, os seus NIKEs, etc. Tudo quando é novidade e moda estrangeira não escapa à gula do invejoso nacional.
As famílias dissolvem-se, as mulheres particularmente já não estão preparadas para a vida em família, preferem antes a independência e fazer o que o seu capricho mandar sem ter que “aturar” homem algum. Temos uma sociedade inteiramente conspurcada de alto a baixo e que caminha alegre para o abismo, no entanto poucos dão o grito de alerta, poucos se importam com o futuro dos nossos descendentes.
Dentro do quadro dos efeitos colaterais da Revolução dos Cravos Vermelhos, para não dizer desgraças de Abril, o extermínio lento dos portugueses é uma realidade, hoje veio a público a notícia de que segundo previsão da ONU, diria antes, programação da ONU, Portugal vai perder 4 milhões de pessoas até 2100. É repudiante e inaceitável tal tendência mortífera.
A honra e a dignidade não são qualidades de um povo escravizado e subsídiodependente. De que estão à espera para fechar as fronteiras e colocar a Nação em ordem?!
8 comentários:
Boas caro NC. Um bom tema este sem dúvida. Dá muito que pensar, e pensar os portugueses gostam pouco de o fazer. Assim como ler, o que deve ser lido, evidentemente, mas a questão é muito ampla. Deriva de vários factores e condicionalismos que foram sendo cuidadosamente preparados pelos sectores iluministas.
As pessoas ainda não compreenderam que vivem numa mentira total, que tem o condão de se transformar em verdade, pois todas as ideologias da democracia não passam de paradoxos insustentáveis. Que é precisamente o que está a acontecer. A decadência e a derrocada é o que espera a sociedade das luzes e da democracia exarcebada em dogmas e direitos humanos que não servm para nada. Cumprimentos.
Caro Skedsen,
Infelizmente uma avaria no blogue eliminou o seu comentário.
Cumprimentos,
É verdade,têm sido recorrentes estas avarias, não acontece só consigo. Tenho a impressão que o big brother já anda aí por aí a bisbilhotar tudo. Mas dizia eu no meu comentário muito resumidamente que a população portuguesa precisa de acordar e sair do estado de letargia em que se encontra. E isto tem de ser feito o mais rápido possível, o ciclo de tempo começa a fechar-se. Mas da maneira que as coisas estão, não estou a ver tal coisa. Cumprimentos.
Vivemos a culminação do pavoroso processo que há 37 anos vem destruindo Portugal. É destruição planeada, friamente executada. Oras com violência cirúrgica, como a amputação do Ultramar, ora de maneira mais "suave", com as UEs, Schengens, leis de nacionalidade, abortos, "casamentos" de homossexuais, etc. Agora vivemos a última etapa do processo. Os abrileiros devem mesmo estar exultantes. E podem terminar de limpar as patas à parede. Resta mesmo saber se restará alguma parede..
Saudação amiga.
Parabéns pelo blog.
Abraços,
Ale.
Hola a todos
o que é acham do espirito
do templo?
e o que acham do juramento de lealdade
e de irmandade entre os que querem
dedicar a sua vida a causa ?
hola nao conheço este partido
é pena o responsavel nao ser conhecido ou nao dar se a conhecer mais,
sao muitos aderentes?
Não se trata de um partido político, trata-se de uma voz indignada, não de hoje, mas, de ontem.
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