Sábado, 25 de Dezembro de 2010

A Razão de Salazar


"O mundo está a viver em permanente desvario: as massas caminham através da anarquia para ditaduras ferozes, e os homens públicos parece julgarem que podem defender o supremo bem dos povos - a ordem - com o seu liberalismo." (Salazar, carta de 6 de Junho de 1968 ao Prof. Marcello Caetano).

8 comentários:

O Reaccionário disse...

Grande Homem! Sempre certeiro!

Cumprimentos.

NC disse...

A questão que se impõe é a seguinte: quanto mais tempo teremos de esperar para que surja um homem deste nível?

Cumprimentos,

mpr disse...

Considerando que o potencial de Salazar foi gravemente limitado pelas difíceis circunstancias da sua época - como podemos ver não só pelas suas declarações como pelas biografias que alguns historiadores tem vindo a lançar recentemente sobre ele - a pergunta que fica no ar é: existindo mais homens de Estado com a capacidade de Salazar, o actual regime apresentará as melhores condições para a realização do seu trabalho?

NC disse...

mpr,

Muito bem colocada a sua questão, efectivamente vivemos tempos muito conturbados, a confusão instalou-se por todo o lado e em todas as coisas, por isso mesmo precisamos de uma espécie de Messias português. Se o resgate de Portugal seria possível isso é uma incógnita, mas se houvesse alguém capaz de unir os homens justos, de apregoar a justiça divina e de nos devolver a todos a esperança isso seria formidável. Os milagres acontecem quando o entusiasmo chega ao rubro.

Cumprimentos,

Skedsen disse...

Ele surgirá, estou convicto disso. Passa a ser uma imperiosidade maior a cada dia que passa que surja um novo salazar que venha terminar a obra que o outro António Salazar não pôde terminar. Cumprimentos meu caro, e bom ano de 2011.

NC disse...

Feliz 2011 também Skedsen,obrigado. O que não tem solução solucionado está.

Cumprimentos,

Joaquim M.ª Cymbron disse...

Carta de Oliveira Salazar a Marcello Caetano bem podia ser César falando a Bruto!

NC disse...

Sem dúvida, Joaquim M.ª Cymbron, penso que Salazar bem o sabia, mas era o que havia e cada qual tem que se governar com o que há.

Cumprimentos,